quarta-feira, 2 de abril de 2014

quinta-feira, 20 de março de 2014

BRAZILIAN FUCKERS


RAW Brazilian Fuckers brought to you by PornHub

quarta-feira, 19 de março de 2014

JOHNNIE & ERIC


Johnnie & Eric brought to you by PornHub

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

 Com Vestido de Noiva

   Minha prima Rosângela, 22 anos de idade, 1.78m de altura, morena, linda, ali estava. Casando-se. Véu e grinalda. Flores de laranjeiras, o tule cobrindo o rosto bem maquiado. Toda a nossa família presente na igreja. Eu ali, louco de ciúme. Afinal, eu era o sonho de Rô, e meus tios não permitiram o romance.
    Em seguida, houve a festa em casa de meus tios, e em dado momento fiquei sozinho com a Rô. Dei-lhe um beijo na boca e alisei suas coxas por cima do vestido de noiva. Ela ficou assustada e me disse:
    -Agora, não primo. Pode chegar alguém. temos muito tempo ainda. Espere eu voltar da lua-de-mel.
    Saí do quarto, onde estavam expostos os presentes - o meu lá também - e me senti feliz. Afinal eu fora seu primeiro namorado.
    Vinte dias depois a Rô ligou para o telefone do meu escritório:
    - Oi, amor, quero sair com você amanhã.
    No dia seguinte eu me preparei, fiz a barba, um belo banho, e, todo cheiroso , fui ao encontro da prima recém-casada.
   Decidimos logo ir a um motel. Ela me disse:
   -Primo, eu sempre sonhei com esse momento. Faça de mim o que quiser. Como se fosse "Nossa" lua-de -mel...
   Tirei a calcinha que ela usava, beijei a calcinha tomando  um banho aos beijos e sussurros. Lambuzei os dedos com sabonete e enfiei-os no rabinho virgem da prima. Ela me apertou e começou a gritar:
   Isto, primo, coma-me, me arromba com esse mastro. Aquele corno do meu marido nem soube tirar o meu cabaço sem sofrimento!
   Fomos para a cama, Rô se pôs de quatro com o rabinho para  cima, rebolando. Minha língua entrava e saía de seu traseiro. Penetrei sua grutinha e ela começou a gozar:
  -Primo, quero ser sua para sempre, amo você.
   Rô parecia uma verdadeira máquina de fazer sexo naquele momento. Então ela se pôs de joelhos, e eu, de pé , lhe dei a mamar. Ela sabia sugar, seus movimentos eram rápidos e eu estava quase gozando:
   -Deite-se de bruços, quero penetrar seu buraquinho.
   Ela  não se fez de rogada, e logo meus 22cm estavam escondidos em seus corpinho. Diante de tanto prazer, ela nem reclamo de dor.
   Mas melhor de tudo veio depois. Ela foi ao banheiro com uma sacola que havia trazido. Mandou-me fechar os olhos.
   Quando voltou, estava vestida com o mesmo vestido de noiva do dia de seu casamento.
   Fiquei louco de excitação, e, sem tirar-lhe o vestido em frente do espelho, penetrei-a longamente, meu mastro entrando e saindo...
   Sua xoxotinha continuava muito apertada, ela estava quase virgem. Depois, eu possuí seu anelzinho, tudo com vestido de noiva.
   Até hoje nos encontramos para fazer amor, de uma a duas vezes por semana. Nem o corno ne a família desconfia. Ela agora está gravida e diz com convicção que o pai sou Eu. 

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Duas Rosas Sedutoras

Uma rosa é uma xoxotinha bem aberta, escancarada, vermelhinha, molhadinha, à espera da cabeçorra sedenta que se aproxima e a penetra sumindo dentro dela, na posse da fêmea-mulher, na simbiose do sexo que assegura a permanência da espécie humana, que tem no prazer e no gozo a fonte de todas as felicidades, de todas as gratificações carnais, de todas as liberações físicas e psicológicas. Uma rosa é xoxotinha...
   Uma rosa é também um anelzinho, um rabinho moreno, redondinho, macio, suave, liso e sedutor, oferecidos a beijos quentes, a língua molhada, à espera do cacete duro, espada em brasa de desejo, que aí afundará vitoriosamente, na interminável aceitação do prazer.
   Quando convidei Verinha para a cama , ela percebeu, quando levei sua mãos a roçar o volume de minhas calças , o quanto eu queria fazê-la feliz - a ela ás suas duas rosa.
   Apenas da minha ansiedade, eu a despi suavemente, descobrindo pedacinho a pecadinho seu corpo moreno jambo, sentindo-lhe a quentura estuante  de cada trecho de suas carnes alucinante - a boca vulcânica , os seios rijos, as nádegas redondas, as coxas roliças...
   Elas tomou a iniciativa de me baixar a calça e ver e sentir o salto incontido do cacete, amparado-o  na boca, com a mamada mais sentira e tivera.
   Depois ela se deitou de costas, a rosa do sexo em desafio, e eu entrei nela gulosamente...O gozo explodiu em avalancha... beijos, palavras de amor...Minhas mãos nas pétalas da nádegas , a rosa despertando-me para novas descobertas . O cacete deslizava tenso e úmido, ia entre as coxas, voltava ao rego, uma espada em fogo, procurando e achando a entrada da bainha, a orla apertada do túnel que minha fantasia tanto havia desejado.
   Verinha crespava-se , eu sentia sua pele morena em minha boca. Ela movia ligeiramente a rosa do rabinho, previa que iria ser desfolhada dali há pouco... Meu mastro percorria suas nádegas , o rego, absorvia o calor a quentura ,o frêmito daquele conjunto de carne lisa, estuante de desejo.
   O mastro abriu espaço, encontrou o botão da rosa. Na sístole e diástole da receptividade, fixou-se e empurrou firme a cabeçorra  fremente, venceu a cidadela.
   Verinha gritou de dor e prazer, a cidadela caiu, ela sentiu seu corpo invadido pelo músculos férreos que a possuía  com vigor....